09/07/2020

Sem água e proteção trabalhadores do CDD Tabuleiro correm risco de contrair Covid 19

Foto: web 

 

 

O CDD Tabuleiro virou um poço de problemas. Um dos mais importantes centros de distribuição da parte alta de Maceió, está completamente abandonado pela administração dos Correios em Alagoas enquanto entra para rol de caos administrativo do atual superintendente da estatal. Sem o líquido precioso há vários dias, o companheiro responsável pela limpeza vem fazendo malabarismo para, de forma improvisada, deixar alguns baldes d’água nos banheiros para que, usando copo, cada trabalhador faça sua higiene pessoal.


Embora durante estes dias a empresa tenha mandado apenas dois carros pipas para abastecer o local, a medida é insuficiente. Devido ao grande fluxo de funcionários e clientes a água acaba rapidamente deixando a agência e o CDD com banheiros, refeitório e piso sujos. Os carteiros expostos diariamente a Covid 19, quando voltam das ruas após a entrega das correspondências, do contato com centenas de pessoas, não tem sequer água para lavar as mãos ou tomar um banho e se desinfectar do vírus antes de retornar para o convívio de seus familiares.


Mas o Coronavírus não é a única ameaça, uma piscina de lama em frente ao Centro de Distribuição é um forte atrativo para o mosquito Aedes aegypti transmitir dengue, Zika, Chikungunya e contaminar trabalhadores e clientes que voltaram a ser atendidos no CDD enquanto a Superintendência esquece ou não quer saber de colocar a proteção de acrílico existente nas agências para proteger carteiros, cliente e OTT’s do Coronavírus.


Já faz tempo que um carro desgovernado derrubou parte do gradeado em frente a agência postal e até agora nada foi consertado. A proteção continua lá, caída no chão. A agência do Tabuleiro é outra tragédia desta administração. Sofre diariamente com excesso de clientes e falta d’água, sofre com a insegurança e o abandono característicos de um Correios desgovernado.

 

Olhando para estes dois setores e para tantos outros no estado, dá para perceber que a incompetência, o descaso e a falta de vontade para trabalhar são as principais marcas de uma Superintendência que sempre deixou de lado o interesse público, a proteção dos trabalhadores e clientes que continuam jogados a própria sorte.

 

Estas e tantas outras mazelas são uma vergonha sem tamanho neste momento crítico da nossa história.

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