19/03/2021

Absurdo: empresa expõe trabalhadores em exame periódico

 

 

     Como se não bastassem a falta de competência do Superintendente Estadual dos Correios de Alagoas em resolver os problemas operacionais e administrativos diários dos trabalhadores dos Correios em Alagoas, displicência de segurança e na saúde para realização dos trabalhos cotidianos, o senhor Edmilson Bezerra ainda coloca os trabalhadores em grave risco justamente na realização de exames periódicos.

     Em condições normais e, em tese, os exames periódicos nas empresas têm o objetivo de proteger e preservar a saúde de seus funcionários em relação aos riscos ocupacionais. Mas nos Correios de Alagoas e,pior, em plena pandemia, a situação é o contrário.

     O Sintect/AL recebeu a denúncia de que a clínica contratada pela gestão de Alagoas(terceirização da terceirização) para realizar os exames periódicos dos trabalhadores não tem distanciamento social nenhum, com aglomeração de várias pessoas, sem nenhuma organização mínima. A clínica em questão é a "Seg e Med", localizada no centro de Maceió.

     Com o aval do irresponsável do gestor dos Correios de Alagoas e da gestão da postal saúde, a clínica "Seg e Med" não seguiu nenhum protocolo mínimo de segurança através de agendamento, visto que tem trabalhadores de várias empresas, não somente dos Correios, esperando pra fazer exames periódicos/admissionais, todos "juntos e misturados" numa sala pequena sem distanciamento.

     Estamos vivendo o pior momento da pandemia no Brasil, com um número elevados de mortes diárias acontecendo. E justamente no dia em que Alagoas começa um novo decreto com medidas mais rígidas para tentar conter o avanço da Covid 19, o despreparado/incompetente gestor dos Correios de Alagoas expõe seus trabalhadores a contaminação e justamente num local que deveria prezar pela saúde em primeiro lugar.

     O Sintect/AL irá fazer a denúncia nos órgãos competentes, para que situações como essa não se repitam, visto que a gestão da ECT é um espelho do presidente da república: incapaz de dá o mínimo de segurança aos seus trabalhadores. Para eles o que importa são suas gratificações e lucros, em detrimento das vidas dos trabalhadores e seus familiares.

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