21/04/2011
Depois da escolha do líder da bancada federal – Joaquim Beltrão -, começam a se definir o que é de quem nos cargos federais em Alagoas. As reuniões, em Brasília, ainda não foram definitivas, mas a divisão do bolo caminha assim:
- Maurício Quintela continua onde está: comanda o Denit (antigo DNER) em Alagoas.
- Givaldo Carimbão fica com a Codevasf, que ele já controla atualmente – o órgão é responsável por várias obras do PAC.
- João Lyra herda do PSB (de Carimbão e amigos) o Porto de Maceió, para onde estão previstos investimentos importantes, até por conta do atual sucateamento.
- Benedito (Arthur) Lira já tem um bom quinhão, que não vai perder para ninguém: fica com CBTU e a Caixa Econômica Federal.
- Joaquim Beltrão tem tudo para ficar com a Delegacia do Ministério da Agricultura em Alagoas, ainda hoje nas mãos de Carlos Alberto Canuto.
- Célia Rocha, por enquanto, tem apenas a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), mas como é muito ativa e atuante pode levar algo mais.
- Rosinha da Adefal está com as duas mãos, praticamente, no Ibama, que ganhou grande importância nos últimos anos.
- Renam Pai e Renan Filho têm a maior fatia do bolo: Banco do Nordeste, CORREIOS, Funasa e INSS – de saída. Como estão em dupla, podem ser ainda melhor aquinhoados.
- O PT fica com os de sempre: INCRA e Funai, dois monumentais abacaxis, que valem pelos salários e cargos. No mais, é pau de formiga.
Há uma polêmica, ainda, em torno da Delegacia Regional do Trabalho. O Ministério correspondente é controlado pelo PDT, de Ronaldo Lessa. Como o partido não tem nenhum parlamentar federal, já há gente da bancada alagoana defendendo a redistribuição da DRT.
Fonte:
http://blog.tudonahora.com.br/ricardomota/