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Nesta quarta, 11, Centrais realizam em Brasília a 6ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora

09/11/2009


 

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) e as centrais sindicais realizam na próxima quarta, dia 11 de novembro, a 6ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora. Delegações de todos os estados do Brasil, de todos os ramos de atividade e de todas as categorias profissionais reúnem-se no estádio Mané Garrincha a partir das 7h e saem em caminhada rumo à Esplanada dos Ministérios a partir das 9h. Às 11h, está prevista a realização de um ato político diante do Congresso Nacional.

 

A CUT já contabiliza aproximadamente 25 mil militantes de sua base confirmados para essa mobilização, que é a principal atividade da agenda unificada das centrais. A Marcha, iniciada em 2004, registra como principal conquista a política de valorização do salário mínimo, que desde então registrou aumento real de 45%.

 

Para este ano de 2009, a pauta da CUT na 6ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora é a seguinte:

 

- redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas, sem redução de salário, e com elevação para 75% do adicional sobre horas extras. O projeto que institui esse avanço é a PEC 231/95

 

- aprovação, pelo Congresso, da lei que regulamenta a política de valorização permanente do salário mínimo

 

- ratificação, pelo Congresso, das convenções 151 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e da 158. A primeira institui a figura da negociação coletiva no serviço público das três esferas de governo e, a segunda, inibe o uso indiscriminado das demissões sem justa causa

 

- aprovação de novos índices de avaliação da produtividade da terra

 

- as riquezas do pré-sal são do povo brasileiro, e por isso os recursos devem ser investidos em políticas públicas de superação das desigualdades sociais e regionais, como educação, saúde, segurança, ciência e tecnologia, previdência e reforma agrária

 

- aprovação do PL 1621/07, que combaterá o uso da terceirização da força de trabalho como forma de precarizar o mercado. O PL prevê, entre outras mudanças, igualdade de direitos para trabalhadores diretos e terceirizados

A partir de segunda-feira, informaremos todas as atividades e horários que antecedem a Marcha e as audiências com ministros e parlamentares que forem confirmadas.





Fonte: CUT

 


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