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Crise não afetou o nível salarial no Brasil

08/04/2010


 


Apesar da crise financeira internacional e das notícias de que o Brasil seria seriamente afetado pelo tsunami econômico, a prática mostrou uma grande capacidade do governo federal em superar os obstáculos. O país foi o último a sofrer os efeitos da recessão mundial, porém foi o primeiro a superar a crise econômica. Do ponto de vista dos trabalhadores, o Brasil conseguiu manter a massa salarial e o nível do emprego ao longo de 2009 em relação a 2008, segundo o Dieese.

 

Redução de impostos ajudou no aumento do emprego


É que a decisão do governo federal de adotar uma política semelhante a que reivindicavam os sindicatos - com redução de impostos em áreas vitais para a economia - possibilitou o aumento do emprego em alguns setores, como a construção civil, o que, em parte, compensou o baixo rendimento e o desemprego gerado no segmento industrial. Mesmo com o impacto da crise, a economia interna diluiu o impacto maior provocado pela crise – o que não aconteceu nos outros países.

 

Quem optou pelo neoliberalismo se deu mal


Nos países que optaram pela continuação da política neoliberal de estrangulamento do crédito, os mercados internos não conseguiram dar pujança e obter resposta. A constatação é de representante do Dieese anunciada  em reunião realizada rtecentemente no Rio de Janeiro, durante a 4ª Jornada Nacional de Debates, a Redução da Jornada de Trabalho e as Perspectivas para 2010. O encontro reuniu centrais sindicais de todo o país. A ideia era fazer um balanço e uma avaliação mais precisa sobre as negociações do acordo coletivo em 2009, em relação às metas pré-fixadas e às projeções do emprego e da renda para 2010.

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