08/08/2010
Correios - Dicas sobre Ética e Código do Consumidor
Mais de um milhão de candidatos se inscreveram para disputar o concurso do órgão
Na semana passada, a Folha dos Concursos trouxe dicas das provas de Português, Matemática e Informática, para os concurseiros que estão se preparando para os cargos de nível médio (atendente, carteiro e operador de triagem e transbordo) dos Correios. Na edição deste domingo, os professores comentam sobre as disciplinas de Código de Defesa do Consumidor e Ética, que consistem em 20 questões específicas para o cargo de atendente. A organizadora do certame é a Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br). Confira as dicas.
Ética
Linderson Pedro, professor de Ética do Nuce Concursos, aposta que a elaboradora cobrará a disciplina abordando as várias definições que envolvem o conceito de Ética, como a questão da responsabilidade social e a ética no serviço público. “Assim, os alunos devem se ater ao Decreto 1 171/1994, que é o Código de Ética Profissional dos Servidores Públicos. Além dele, os concurseiros também devem estudar as alterações feitas, no primeiro documento, pelo Decreto 6029/2007, que institui o Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal e dá outras providências”, aconselha o professor.
Linderson acredita que a prova de Ética terá um nível acessível. Para ele, os estudantes também não podem esquecer o Código de Ética dos Correios. “É importantíssimo o domínio desse código porque é ele quem vai dizer ao servidor o que ele pode ou não pode fazer, os comportamentos desejáveis e os inadequados a cada função”, afirma. Segundo ele, trabalhando bem esse assunto e responsabilidade social corporativa, através de muita leitura e exercícios, os alunos, com certeza, farão boa prova.
Código de Defesa do Consumidor
Para o professor Robson Silva, do Curso Nobre, diz que a grande dic a é explorar as provas anteriores, para ter uma ideia do que será cobrado neste exame. “No último certame, eles cobraram muito as questões relativas aos vícios de consumo, a política nacional das relações de consumo, os abusos praticados no mercado, os direitos do consumidor, entre outros assuntos”, especifica o professor.
Ele também sugere que os concurseiros estudem os direitos objetivos, vulnerabilidade do consumidor, responsabilidade civil, cobrança de débito, contratos, o sistema nacional de defesa do consumidor, responsabilidade do fornecedor dos produtos, infrações penais, sanções administrativas e abusividades.
“A organizadora deve fazer uma prova mais elaborada, com questões mais interpretativas e menos objetivas, trazendo situações para o aluno interpretar. Tenho a impressão que o nível deste exame será mais alto que o dos outros”, aposta Robson. Para se dar bem, o professor aconselha ler muito e fazer exercícios. “E como o código é muito amplo, o aluno deve se prender ao essencial”, finaliza.
Fonte: www.folhadepernambuco.com.br(08/08/2010)
Colaboração: James Magalhães